Arte Rupestre e Inscrições Antigas
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Pinturas Rupestres Datam Período Entre 11.800 e 12.600 Anos Atrás

"Capela Sistina dos Antigos" Com Milhares de Pinturas Rupestres da Era do Gelo

Desvendando os Segredos da Pré-História na ‘Capela Sistina dos Antigos’

Pinturas Rupestres Datam Período Entre 11.800 e 12.600 Anos Atrás

Pinturas Rupestres Datam Período Entre 11.800 e 12.600 Anos Atrás – Nas profundezas da densa floresta amazônica, uma obra-prima escondida da antiguidade veio à luz, lançando luz sobre os mistérios da vida pré-histórica. Apelidada de “Capela Sistina dos Antigos“, essa descoberta extraordinária revela uma galeria impressionante de pinturas rupestres da era do gelo, gravadas em uma “tela” expansiva que se estende por mais de 8 milhas.

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Uma Descoberta Surpreendente

Aninhadas nas paisagens exuberantes da Colômbia moderna, essas notáveis pinturas capturam a essência de uma era passada, nos transportando de volta no tempo para um mundo habitado por criaturas colossais, como preguiças-gigantes e mastodontes. Criadas com ocre – um pigmento de argila natural vermelha vívida usado como tinta na antiguidade – essas representações intricadas adornam as colinas acima de três abrigos rochosos dentro da Serranía de la Lindosa.

Surpreendentemente, essas obras de arte pré-históricas, meticulosamente gravadas na rocha, datam de um período entre 11.800 e 12.600 anos atrás – um período de mudanças climáticas profundas à medida que a Terra emergia das garras da Era do Gelo. Descoberta por um esforço colaborativo de arqueólogos britânicos e colombianos em 2017, a “Capela Sistina dos Antigos” só foi recentemente revelada ao público, oferecendo um vislumbre de um passado distante e das vidas dos primeiros habitantes da Amazônia.

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A Importância Cultural

Mark Robinson, um co-pesquisador e arqueólogo da Universidade de Exeter, elogia as imagens como um testemunho da criatividade e cultura dos primeiros habitantes do oeste da Amazônia. Essas obras de arte meticulosas, espalhadas pelos abrigos rochosos, retratam uma miríade de cenas, desde a flora e fauna diversificadas da região até os gigantes extintos que uma vez percorriam suas paisagens.

Para descobrir essas representações impressionantes, uma equipe dedicada superou desafios consideráveis. Negociações com o governo colombiano e a navegação no terreno sob o olhar atento das forças rebeldes não alinhadas foram pré-requisitos para sua missão. A própria jornada exigiu uma caminhada de cinco horas para chegar ao local remoto, sendo um testemunho de sua dedicação e determinação.

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Um Mosaico de Histórias

O que mais chama a atenção dos observadores não é apenas o número de pinturas, potencialmente chegando a dezenas de milhares, mas também a complexidade das cenas representadas. Entre as várias ilustrações, há representações de seres humanos pré-históricos no meio da abundante vida selvagem da Amazônia, capturando momentos de caça, dança e rituais enigmáticos. Os artistas antigos até se atreveram a retratar proezas ousadas, com humanos aparentemente suspensos ou pulando de torres de madeira, possivelmente revelando insights sobre seus métodos para alcançar as paredes do penhasco para a pintura.

À medida que a narrativa dessas pinturas da era do gelo se desenrola, ela oferece um vislumbre de um mundo em transformação, à beira da transformação, à medida que as temperaturas subiam e a Amazônia evoluía de um mosaico de paisagens para a exuberante floresta tropical que conhecemos hoje. Esses abrigos rochosos, escavados após um tratado de paz em 2016, permanecem como locais antigos ocupados por humanos na Amazônia, oferecendo insights valiosos sobre a dieta e atividades de nossos antigos ancestrais.

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Um Gesto para o Futuro

Ella Al-Shamahi, uma arqueóloga e exploradora que experimentou a majestade do local em primeira mão, reflete sobre o impacto dessas descobertas. Ela observa que a presença de megafauna da era do gelo nas obras de arte serve como um marcador de tempo, revelando uma realidade da Amazônia drasticamente diferente da floresta tropical familiar de hoje.

De maneira intrigante, a arte oferece uma janela para como as comunidades se adaptaram e interagiram com seu ambiente, revelando vislumbres de suas vidas cotidianas, práticas de caça e a profunda conexão que compartilhavam com o mundo natural.

À medida que o mundo enfrenta os desafios do presente, essa impressionante “Capela Sistina dos Antigos” permanece como um lembrete da resiliência e criatividade que há muito tempo são marcas registradas da humanidade. Embora a pesquisa neste local esteja temporariamente interrompida devido à pandemia, a equipe permanece otimista de que a densa floresta tropical ainda pode esconder mais tesouros pré-históricos aguardando descoberta.

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Conclusão

A descoberta da “Capela Sistina dos Antigos” é uma janela fascinante para o passado da Amazônia e seus antigos habitantes. As pinturas rupestres da era do gelo nos transportam para uma época de megafauna, mudanças climáticas e criatividade humana. Essa riqueza cultural oferece uma perspectiva única sobre como nossos ancestrais viveram e interagiram com seu ambiente, e sua importância não pode ser subestimada.

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Tabela: Descoberta da “Capela Sistina dos Antigos”

Localização Data de Descoberta Ano de Descoberta Responsáveis pela Descoberta
Serranía de la Lindosa, Colômbia 2017-2023 2017 Arqueólogos britânicos e colombianos

FAQ: Perguntas Frequentes sobre a “Capela Sistina dos Antigos”

1. Quais são as principais características da “Capela Sistina dos Antigos”?
– A “Capela Sistina dos Antigos” é uma coleção de pinturas rupestres da era do gelo que retratam a vida pré-histórica na Amazônia, incluindo megafauna e atividades humanas.

2. Quando e onde foi feita a descoberta dessas pinturas?
– A descoberta foi feita na Serranía de la Lindosa, Colômbia, entre 2017 e 2023, por uma equipe de arqueólogos britânicos e colombianos.

3. Qual é a importância cultural dessas pinturas rupestres?
РElas fornecem insights valiosos sobre a cultura e a criatividade dos primeiros habitantes da Amaz̫nia, bem como sobre as mudan̤as ambientais que ocorreram durante a Era do Gelo.

4. Quantas pinturas rupestres foram descobertas?
– Estima-se que haja dezenas de milhares de pinturas rupestres na “Capela Sistina dos Antigos“.

5. Por que a pesquisa no local foi interrompida temporariamente?
– A pesquisa foi interrompida devido à pandemia, mas a equipe permanece otimista de que mais descobertas podem ser feitas no futuro.

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